MEU CORPO é bonito; mas MINHAS REGRAS, não!

Meu corpo minhas regras! É o que elas dizem quando são questionadas sobre o que podem fazer com seu corpo. E eu, realmente concordo. O ser humano é livre para agir e decidir sobre o que faz com seu corpo, SEU CORPO. Por acaso o bebê é um pedaço de seu corpo?

Quando a mulher está grávida ela adquire novos braços e pernas, um novo coração e até um novo cérebro? Quem dera, talvez as feministas conseguissem entender melhor.
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Cartilhas de esquerda defendem o que há de pior na sociedade, sempre pegando minorias como burros de carga, relativizando conceitos universais ou lutando sempre por direitos do opressor ao invés do oprimido.  A fragilidade de uma mulher frente a uma gravidez indesejada ou inesperada é fato, mas em vez de ajudá-las na aceitação, darem carinho e suporte para os momentos difíceis que virão… (e realmente não são fáceis), oferecem uma solução instantânea para seu “problema” sem esclarecer (propositadamente) que estão criando vários outros.
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Quando duas pessoas não têm qualquer problema de saúde e fazem sexo sem qualquer método contraceptivo, pode se esperar algo diferente?
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Mesmo sendo livre, não há como fugir das consequências.  Veja abaixo, uma lista de algumas consequências na mulher quando uma gravidez é interrompida:
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  • Laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores;
  • Perfuração do útero;
  • Hemorragias uterinas.
  • Endometrite (inflamação) pós-aborto (infecção uterina secundária, decorrente do aborto);
  • Evacuação incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a sucção e de fazer uma curetagem imediata;
  • Insuficiência ou incapacidade do colo uterino;
  • Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade;
  • Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, conseqüentemente, do número de gravidez de alto risco.
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Isso sem falar das consequências para a criança abortada como dor intensa e a extração de crianças vivas que se deixam morrer. Mas, é claro… a preocupação não é o bebê.
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Nos primeiros séculos, civilizações na Europa jogavam de um penhasco seus filhos indesejados ou defeituosos assim que nasciam. Não havia métodos contraceptivos eficazes. Os primeiros cristãos (opressores fascistas!… Rs)  acolhiam os bebês e cuidavam de suas feridas, dando nova vida para estes.
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O sexo é maravilhoso. É a união física, biológica e emocional de um casal, que movimenta músculos, órgãos e produz fluídos que não são estimulados em nenhum outro momento de nossas vidas. Porque banalizarmos algo tão único? Por que não se deve ter qualquer responsabilidade com o ato ou com a escolha de seu parceiro?
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Você poderá dizer que ninguém é a favor do aborto, e que dezenas de mulheres, por volta de 30%, morrem por causa de um aborto mal feito…. Elas já fazem e continuarão fazendo… Por que não liberar?
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Pergunto se, já que acontecem 60 mil homicídios por ano no Brasil, por que não descriminalizar? Ninguém é a favor do homicídio, mas já que acontece…
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Poderíamos utilizar o mesmo para estupro, violência, racismo, homofobia etc.
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A justiça difundida pela esquerda, defende um condenado por achar que foi punido sem ter feito nada, mesmo com uma montanha de provas, mas não serve para proteger alguém que será punido por uma mãe, ou um pai, que  “não sabia” que o risco de se transar era engravidar?!
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À capacidade de aceitar duas visões como verdades ao mesmo tempo, mesmo que sejam contraditórias ou de defender causas nobres somente quando ferem seus “companheiros”, George Orwell em seu livro 1984, dá o nome de Duplipensamento.
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Autor: Jonathan Slohan (jonathanslohan@gmail.com)

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