O Patriota?

O que é ser patriota? O que é amar a sua terra?

Não sei se você já parou pra pensar nisso, mas na grande maioria das vezes você só consegue ver brasileiros patriotas nos eventos mundiais de esporte do tipo Copa do Mundo ou Olimpíadas.


Lembro de um falecido amigo, sargento da Marinha do Brasil, que sempre dizia, “um japonês kamikaze!” quando perguntavam do que o Brasil precisava, ele respondia em alusão ao evento de Pearl Harbor, na Segunda Guerra mundial. Para ele, o brasileiro era muito acomodado por falta de desastres ecológicos ou até de guerras e, por isso, nunca tinha sentimento de urgência.


Aprender na dor? Será que precisamos?

O Gramscismo, o Globalismo, e as agendas globais da ONU, e de outros órgãos, minaram nossa consciência de “terra matre” tentando nos fazer crer que a necessidade de um suíço é a mesma de alguém do sertão nordestino (quem dera!), mas o pior não são os direitos, mas as obrigações serem as mesmas. Estes ideais globais aos moldes de “Nova Ordem Mundial“, não por acaso, nos tornaram egoístas ao ponto até de abandonar nosso país, nossa terra e nossas raízes já que a vontade de lutar se esvaiu a cada chicotada do Estado ou rótulo de fascista, que carregou durante anos, simplesmente por declararem sua posição, e esta ser diferente da do establishment.

 
Com tantas belezas e recursos naturais, com tanta fertilidade no solo e variedade de fauna e flora, com desertos áridos, praias belas, maior selva e maior bacia hidrográfica do mundo, qualquer bárbaro da idade média ou povos de civilizações antigas protegeria este país com sua própria vida sem titubear. Loucura seria perguntar porque não morreria por ela.


Você valoriza a liberdade que você tem, vivendo aqui no Brasil? Talvez não a valorize porque não a percebe. Como pode um peixe valorizar a água se ela é seu espaço ou sua atmosfera? Você percebe o ar e a atmosfera, mesmo sendo tudo que precisa para continuar vivendo?


A liberdade está para o brasileiro como a água está para os peixes, pelo seu valor e ao mesmo tempo pela não importância que nós, “os peixes”, damos. 
Os nossos vizinhos venezuelanos que o digam. Tomara que nós não precisemos perder nossa liberdade para valorizá-la.

Autor: Jonathan Slohan (jonathanslohan@gmail.com

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