Um dos equívocos mais comuns na análise geopolítica e histórica é a tentativa de classificar regimes imperialistas como “nacionalistas” simplesmente porque utilizam retórica nacionalista ou incluem a palavra “nacional” em seus nomes ou slogans. Esse é o caso da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, sob o regime nazista. Embora o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) de Adolf Hitler incluísse a palavra “nacional” em seu nome, sua agenda era essencialmente imperialista, e não nacionalista no sentido defendido por pensadores como Yoram Hazony.
O debate entre nacionalismo e imperialismo tem sido uma constante na história moderna, moldando nações e influenciando políticas globais. Enquanto o nacionalismo promove a autodeterminação e a identidade cultural, o imperialismo busca a expansão territorial e a dominação política. Neste artigo, exploraremos as origens, as características e as implicações desses dois conceitos, destacando suas diferenças fundamentais e suas interações ao longo do tempo. Continue lendo Nacionalismo vs. Imperialismo: Uma Análise Histórica e Geopolítica→
Outro dia estava, em uma hora de lazer (cada vez mais raras), numa roda de amigos e falávamos sobre situações no trabalho. Estresses, adrenalina, situações tensas e situações engraçadas; sobre a importância do trabalho na vida do ser humano, não só para prover suas necessidades e realizar seus sonhos, mas para dar-lhe satisfação.
O incensado (e insensato) Chico Buarque de Holanda deu voz a uma música, composta por ele e por Augusto Boal em 1976, que retratava a vida das mulheres de Atenas (link e letra a seguir). Essa música, que orienta as mulheres a mirarem-se nos exemplos de submissas mulheres, sumiu das rádios e de qualquer lugar onde pode ser tocada sem ser buscada. O autor, ele mesmo um defensor das teses comunistas, jamais a cantaria novamente:
O principal argumento para a criação e para a existência do movimento feminista, teleguiado da esquerda política (dois dos três braços Globalistas), é de que, antes desse movimento, as mulheres eram oprimidas pelos homens que as submetiam a terríveis situações e as subjugavam de todas as formas. Uma grande opressão, segundo o movimento.
Outubro de 2018, chegamos ao ano de guerra civil através das urnas e redes sociais. Cada pessoa aderindo a uma resistência, defendendo partidos ou pessoas de estimação, os quais qualificam como injustiçados, ou atribuem benfeitorias, onde atuaram ou, simplesmente, pelo carisma ou compatibilidade entre sua história e a história do seu eleitor.
Pobre e negro como a maior porcentagem da nação, Lázaro sai todos os dias pra trabalhar. Pega filas imensas para ter oportunidade de ficar em frente à porta do ônibus, mas perde uns três por não conseguir subir de tão cheio…
Meu corpo minhas regras! É o que elas dizem quando são questionadas sobre o que podem fazer com seu corpo. E eu, realmente concordo. O ser humano é livre para agir e decidir sobre o que faz com seu corpo, SEU CORPO. Por acaso o bebê é um pedaço de seu corpo?
– Num país “tão, tão distante” um líder sindical recebia propinas dos patrões para patrocinar greves, das quais esses teriam vantagens, via autorização de aumento de preços.